Região
Várias propriedades foram fiscalizadas, a partir do ponto de afluência da mudança da coloração da água
Equipes da Polícia Militar Ambiental de Bonito e Jardim trabalham desde sábado (17) para identificar o que teria dado causa à turbidez ocorrida nas águas do rio da Prata. Várias propriedades foram fiscalizadas, a partir do ponto de afluência da mudança da coloração da água.
Foram utilizados drones e, até o momento, o que se identificou foi a possibilidade do sedimento ter saído de uma fazenda de plantio de soja, com terreno gradeado e a cultura em estágio inicial, localizada a cerca de 2 km do local de impacto no rio. Do local, a PMA verificou que, com as chuvas intensas, a enxurrada encheu uma represa realizada para a contenção da água de escoamento superficial, a qual não suportara a totalidade de água, que teria sido carreada com sedimento ao rio da Prata.
As equipes verificaram que a fazenda é arrendada e tem a atividade agrícola licenciada pelo órgão ambiental. Será feito um relatório circunstanciado, que será encaminhado ao órgão ambiental, para avaliação de possível descumprimento das condicionantes do licenciamento. O relatório também será enviado ao Ministério Público Estadual.
Caso o órgão verifique descumprimento de alguma condicionante do licenciamento, ou negligência, o arrendatário poderá ser multado. O Ministério Público também poderá impetrar ação civil pública para possível reparação de danos.
CORPO DE BOMBEIROS
Moradora de uma comunidade ribeirinha na região de São Francisco, nas proximidades do Paraguai Mirim, em Corumbá, mulher fois resgatada de lancha pelo Bombeiros.
Geral
Nenhuma aposta acertou no sorteio realizado neste domingo (01)
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