Turismo
Para pesqueiros de Aquidauana o ano foi o melhor dos últimos tempos, diz um dos proprietários Carlos Sato. "O piauçú chegou cedo, logo em março o Aquidauana já estava cheio de peixe, melhor que em Miranda", garante sobre uma das espécies mais capturadas desde a liberação da pesca, há 8 meses.
Diante da fartura, a expectativa é de público recorde no último final de semana antes de novo período de defesa, com proibição da pesca na bacia do Rio Paraguai, que vai de Corumbá até Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul. "O camping vai ter pelo menos 60 barracas, é lotação total", espera Carlos.
Em Miranda, a preparação para receber o turista para a despedida da pesca, já começou. No pesqueiro da Cida, as reservas estão quase fechadas, restando apenas duas vagas em apartamentos. "Com este calor então, o movimento vai ser enorme", prevê Cida, a proprietária.
A partir de sábado, a Piracema já interrompe a pescaria na bacia do Paraná, de Três Lagoas até Mundo Novo, mas nos pontos de maior fluxo, na bacia do Paraguai, a suspensão será a partir do dia 5, para o período de reprodução dos peixes.
A PMA (Polícia Militar Ambiental) avisa que, como sempre, a fiscalização será reforçada, com mais de 330 homens distribuídos ao longo dos rios e nas rodovias que dão acesso aos pesqueiros.
Pescador pego em flagrante no período de defeso, terá equipamentos e barco apreendidos, vai responder por crime ambiental e ser multado no valor de R$ 20 por quilo de peixe apreendido.
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