Um projeto que torna obrigatória a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses, para o setor público e privado, foi aprovado ontem pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A proposta, porém, terá uma longa tramitação e, se não tiver respaldo na Câmara e no governo, dificilmente será aprovada.
A concessão da licença-maternidade de 180 dias foi autorizada às servidoras do Senado, mediante ato assinado pelo presidente da Casa, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), e publicado no Boletim Administrativo de Pessoal do último dia 7.
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