Não faltaram elogios para definir a economia de dinheiro na passagem pela Venezuela. Entretanto, "aos 45 minutos do segundo tempo", os aventureiros aquidauanenses Mac, Wilson, Rhobson e Leonel não se livraram de desembolsar alguns bolívares venezuelanos extras, na fronteira com a Colômbia.
Eles se depararam com uma fila gigantesca e precisaram lidar com algo familiar, o conhecido "jeitinho brasileiro". Na aduana venezuelana, ao serem identificados como turistas, foram chamados para uma "conversa particular" e precisaram pagar c300bolívares venezuelanos.
"Um funcionário da aduana pega o passaporte com o dinheiro dentro e vai carimbá-los, para podermos dar baixa de entrada e saída no país", explica Rhobson.
Depois, os aventureiros aquidauanenses foram até a aduana colombiana, onde repetiram o procedimento e conseguiram permissão de entrada no país, tanto deles, quanto dos veículos Jeeps (Troller e Unimog).
A demora foi compensada com as belas paisagens que viriam pela frente. Na Colômbia, eles passaram por Maicao, San Antonio e Riohacha, cidade mais setentrional da Região do Caribe colombiano e uma das mais antigas da América, fundada em 1545.
O local histórico, caracterizado por belas praias e mares, também marcou o primeiro almoço no país, antes de prosseguirem viagem pelo litoral do Caribe. Eles passaram a primeira noite na cidade de Santa Marta e puderam sentir a admiração da população pelos brasileiros.
"Sempre encontramos pessoas usando camisetas do Brasil, e sempre que falamos no Brasil, todos abrem as portas", elogia Rhobson. Bom sinal para as próximas jornadas dessa aventura.