Uma mulher prestou queixa na Delegacia de Polícia Civil de Anastácio, nesta segunda-feira (18), dizendo ter sido barrada ao comparecer para assumir a direção de uma escola estadual indígena do município.
N.de.S.M. A, 53 anos, explicou que passou em um concurso público da Secretaria de Estado de Educação para ocupar o cargo.
Ao se apresentar na escola, os indígenas disseram que ela não era bem vinda e que não reconheciam a decisão. N.de.S.M. A insistiu e tentou conversar com um cacique, que barrou sua entrada na escola, alegando não reconhecer o processo que a designou como diretora e que a comunidade não quer a sua presença.
Por se sentir ameaçada e constrangida, a mulher denunciou a situação na Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado como "constrangimento ilegal" e está sendo investigado.