Coronavírus
Ele teria passado por quatro testes rápidos, sendo que dois deram negativo e dois deram positivo
A família de Ênio Pedroso de Almeida, de 85 anos, ainda enfrenta contradições e incertezas depois da morte do idoso em Anastácio. Conforme reportagem do Pantaneiro, a família não tinha recebido o exame comprovando o resultado positivo para coronavírus. Os familiares ainda buscam respostas, já que foram realizados quatro testes rápidos: dois positivos e dois negativos para Covid-19.
Segundo apurou o JNE Diário, não foi realizado o exame RT-PCR, considerado mais seguro e confiável. Outra versão contestada pela família é que o idoso teria sido infectado por uma de suas filhas que reside em Campo Grande, porém a mesma testou negativo para a Covid-19. Outras 3 pessoas da mesma família testaram positivo, porém em todos foram realizados testes rápidos, cujos resultados são questionáveis.
Conforme conversou com o Pantaneiro, o filho do idoso, Ênio Pedroso de Almeida Filho,diz que o idoso não estava em isolamento - nem sequer dentro do hospital, já que ele ficou na enfermaria com mais quatro pacientes.
Segundo o filho, os familiares não foram informados sobre o resultado do teste de coronavírus e nem orientados a ficar em isolamento. “Se ele estava em isolamento, porque quem o acompanhava não estava isolado também? Quantas visitas ele recebeu enquanto estava isolado? São perguntas que merecem respostas claras”.
MEMÓRIA
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