Uma das grandes dificuldades encontradas pela Polícia Civil e pelo Exército - que auxiliou no trabalho de procura, pois Agnaldo é soldado do 9º Batalhão de Engenharia de Combate - é a falta de pistas concretas sobre o caso. No dia do desaparecimento, os jovens estavam em uma moto Honda CG Fan 125 preta, a caminho de uma fazenda onde costumavam passar os fins de semana. Testemunhas teriam visto o casal empurrando o veículo com o pneu furado, na estrada que vai para Taboco. Uma mulher que mora na região, numa fazenda próxima, também afirmou que viu o casal.
As buscas por Aguinaldo e Amanda foram cessadas, mas são retomadas em casos de denúncia. Na semana seguinte ao desaparecimento, surgiram informações de que eles haviam sido encontrados, mas a Polícia Civil e o Exército, após percorrerem 60 quilômetros pela estrada do Taboco, constataram que as ligações eram trotes. Nesta segunda-feira (24), uma nova denúncia foi recebida, mas, conforme apurado pelo site O Pantaneiro, não houve avanços na investigação sobre o paradeiro dos jovens.
Este não é o único caso que intriga as autoridades responsáveis e a população da região. O desaparecimento da estudante aquidauanense
Cláudia dos Santos Ofemite, no início do ano passado, também permanece sem esclarecimento. Neste mês, a Polícia Civil também registrou o desaparecimento do motorista
Edmar Roncalho, 44 anos, segundo informação da coluna Na Mira, do jornalista Ronaldo Régis. Edmar dirigia o caminhão Mercedes Benz, placas HQS-8067, e sumiu depois de ter descarregado bovinos na Fazenda Rancho Grande, distrito de Cipolândia, em Aquidauana.