Aquidauana
Crime aconteceu em uma lanchonete no bairro Santa Terezinha
O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou pedido de habeas corpus ao policial militar preso pelo homicídio do colega lotado na Polícia Militar Ambiental. O crime aconteceu em outubro do ano passado, no bairro Santa Terezinha, em Aquidauana.
Segundo informações apuradas pelo Jornal Midiamax, a defesa recorreu alegando constrangimento ilegal por do Juízo da Auditoria Militar da Comarca de Campo Grande, em razão de ter negado pedido de revogação da prisão preventiva. O réu alegou excesso de prazo e o risco de contaminação por conta da pandemia do coronavírus, motivo pelo qual solicitou liberdade provisória.
O relator do processo alegou que o coronavírus não pode ser usado como ‘meio de subversão do sistema legal vigente’. Além disso, ressaltou que o policial não está no grupo de risco e que o Estado não precisou lidar com com infecção em massa dentro do sistema penitenciário.
Relembre o caso
O acusado estava em frente a uma lanchonete no bairro Santa Terezinha quando a vítima passou de moto pelo local e depois voltou, vindo em sua direção. O PM alega que achou que seria agredido, por isso reagiu e sacou a arma, matando o policial militar ambiental.
Depois disso, ele fugiu e se apresentou na Corregedoria da Polícia Militar, em Campo Grande. Ele e a vítima tinham uma rixa antiga, mas de acordo com as investigações, em nenhum momento o PMA fez menção de sacar uma arma contra o PM.
Testemunhas alegaram que ambos tinham sido punidos na Justiça Militar por conta de desavenças e ameaças. Tudo teria começado por ciúmes: a vítima teria desrespeitado o casamento do autor.
(com informações do Midiamax)
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