Educação
Objetivo é pressionar o governo à recomposição salarial e reestruturação de carreiras
Servidores do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul) campus Aquidauana aderiram à paralisação nacional dos profissionais federais da educação nesta quarta-feira (3). Os servidores reivindicam recomposição salarial e reestruturação de carreiras.
A confirmação foi feita pelo jornal O Pantaneiro através da liderança local do movimento no Estado.
Conforme apurado pela reportagem, as frentes sindicais participam de um ato de protesto em Campo Grande, nesta manhã.
No entanto, apesar da deflagração da greve, 30% do efetivo deve ser mantido trabalhando no Instituto.
Além do IFMS em Aquidauana, outros campi do Estado também aderiram ao movimento: IFMS – Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas.
A reportagem também entrou e contato com a direção do IFMS Aquidauana, que confirmou haver a manutenção das atividades no campus até a sexta-feira, dia 5. Para a próxima semana, contudo, não há como garantir como será a programação da próxima semana, dependendo da adesão dos servidores locais
Segundo o Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica), mais de 230 unidades de ensino em pelo menos 18 unidades federativas aderiram ao movimento.
A greve abrange professores e funcionários técnico-administrativos dos Institutos federais de mais de 600 campi; Colégio Pedro II; Instituto Nacional de Educação de Surdos; Instituto Benjamin Constant; bem como colégios e escolas federais vinculadas ao Ministério da Defesa.
Além de uma recomposição salarial que varia de 22,71% a 34,32%, dependendo da categoria, os servidores pedem também reestruturação das carreiras da área técnico-administrativa e de docentes; a revogação de “todas as normas que prejudicam a educação federal aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro”; bem como a recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.
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