Pesquisa
Estudantes conquistam 1º lugar na Feciaq na categoria Ciências Biológicas e da Saúde (Médio) com pesquisa sobre ninhos de abelhas solitárias
O projeto “Preferência de ocupação de abelhas solitárias: um estudo sobre a influência da profundidade dos ninhos”, desenvolvido por estudantes da Escola Estadual Coronel José Alves Ribeiro, conquistou o 1º lugar na categoria Ciências Biológicas e da Saúde (CBS) - Ensino Médio durante a Feciaq (Feira de Ciência e Tecnologia de Aquidauana), realizada no campus do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.
Com a vitória, os alunos Gabriela Vila Maior, Eduarda Paz dos Santos, Évellin Aurora Ramos Nogueira, Nicolas Vieira Mendonça e orientadores Mariele Trindade Silva Arrua e Bruno Arguelho Arrua garantiram vaga na FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), uma das maiores e mais respeitadas feiras de iniciação científica do país, que acontece anualmente em São Paulo e reúne projetos de destaque de todo o Brasil.
O estudo desenvolvido pelos estudantes do Cejar investiga o comportamento de abelhas solitárias, com foco na preferência de ocupação de ninhos artificiais com diferentes profundidades. A pesquisa busca entender como fatores físicos influenciam o processo de nidificação dessas abelhas, que têm papel fundamental na polinização e na manutenção da biodiversidade.
A equipe apresentou seus resultados durante a Feciaq, impressionando avaliadores pela relevância ambiental, abordagem científica e potencial de contribuição para práticas sustentáveis na preservação de polinizadores.
A conquista é motivo de orgulho para a comunidade escolar e demonstra a importância da ciência na educação básica como ferramenta de transformação social e ambiental. A vaga na Febrace representa mais do que um prêmio: é uma oportunidade de visibilidade nacional para jovens pesquisadores e seus trabalhos inovadores.
MEIO AMBIENTE
Restrição começou nesta quinta-feira na bacia do Paraguai; período segue até 28 de fevereiro de 2027
"Azzardo"
Ação mobiliza 200 policiais e cumpre 52 mandados; investigação aponta uso de empresas de fachada e lavagem de dinheiro
Voltar ao topo