PANTANAL TECH 2026
O projeto campeão, coordenado pela professora da UFMS, Maria Lígia Rodrigues Macedo, propõe o aproveitamento do resíduo da casca da bocaiuva para a produção de cosméticos, transformando um material que seria de
A equipe Acrodermo conquistou o primeiro lugar no Desafio de Inovação do Pantanal Tech 2026, cuja premiação foi realizada nesta sexta-feira (3), durante o primeiro dia do evento, no Pavilhão Governamental. As seis equipes vencedoras foram anunciadas na presença de representantes da Semadesc, Senac, Sebrae, Fundect e do reitor da UEMS, Laércio Carvalho.
O projeto campeão, coordenado pela professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Maria Lígia Rodrigues Macedo, propõe o aproveitamento do resíduo da casca da bocaiuva para a produção de cosméticos, transformando um material que seria descartado em um produto de alto valor agregado.
Em entrevista ao O Pantaneiro, Maria Lígia comemorou a conquista e destacou que o prêmio representa o reconhecimento da ciência aplicada à inovação.
"A ciência inovadora é aquela que transforma conhecimento em benefícios para a sociedade. Esse reconhecimento é de todos os pesquisadores, alunos, startups e empreendedores que acreditam na inovação."
A pesquisadora explicou que a proposta busca eliminar resíduos da cadeia produtiva da bocaiuva, promovendo economia circular e sustentabilidade.
"A gente não quer resíduo. Queremos aproveitar todas as partes da planta. A floresta em pé também gera riqueza, e é isso que queremos mostrar por meio da ciência."

Além da Acrodermo, outras cinco equipes foram reconhecidas no Desafio de Inovação do Pantanal Tech 2026:
MEIO AMBIENTE
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EDUCAÇÃO
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