Acordo com APM e permissionários da cantina garantiu que seo Assis trabalhe do lado de fora
Assis Alexandre da Silva, 62 anos, o seo Assis Pipoqueiro, como é conhecido, continuará vendendo pipoca no intervalo das aulas depois das mobilizações feitas pela internet. As postagens feitas ao longo desta quarta-feira (16) mencionavam que ele foi impedido de vender a sua famosa pipoca com queijo para os alunos da Escola Estadual Coronel José Alves Ribeiro – Cejar, durante o recreio – em respeito a um contrato de concessão do direito de exploração comercial da cantina da instituição. O pipoqueiro só não vai mais poder entrar com o carrinho na escola, mas a venda seguirá normalmente do lado de fora.
A Associação de Pais e Mestres da Escola Cejar (APM) alega que o controle da cantina foi cedido pela APM, por meio da assinatura de um contrato, assinado em 2017 e válido por até dois anos. Três interessados concorreram pelas vendas na escola. Os empreendedores que ganharam a licitação pagam um valor mensal para garantir a comercialização dos produtos dentro da escola. A quantia paga à APM é usada para fazer melhorias na instituição.
A APM permitiu que a pipoca seja vendida na área externa antes do início das aulas, na saída dos alunos e nos intervalos de 20 minutos dos alunos em cada período. Seo Assis chegou a ter permissão para entrar na escola e vender a pipoca – decisão tomada em 2014, para evitar que os alunos saíssem da escola, principalmente, no período noturno para preservar a segurança. Durante todo este tempo de trabalho, seo Assis fortaleceu a relação de afeto com a comunidade, chegando a receber placas em sua homenagem.
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