Educação
Pagamento foi retirado da folha salarial de maio e gerou revolta entre servidores municipais
Professores em cargos de diretores ou coordenadores pedagógicos de Anastácio reclamam da falta de pagamento em gratificação de 10% por regência de classe, que é paga desde 2012. A categoria diz que o corte foi feito sem aviso e ilegal.
Conforme uma servidora, que preferiu não ser identificada, a gratificação é aprovada pela Lei Complementar 62, de 28 de março de 2012. A medida aplica tabela de vencimento base no plano de cargos, carreira e remuneração do magistério municipal.
"É um benefício do diretor e do coordenador municipal. Tirou sem nos avisar, mas para isso teria que ter um projeto de lei aprovado na Câmara. É um ato ilegal e vamos procurar nossos direitos com o MPE (Ministério Público Estadual) e sindicato".
A categoria ainda reclama de tratativas em reajuste do piso salarial, aprovado desde janeiro pelo Ministério da Educação.
"Quando o professor está de atestado, tem que se organizar para assegurar a sala de aula, porque a prefeitura não paga substituto".
A categoria se reuniu em assembleia na quarta-feira, 31, e colocou a reivindicação em pauta com o sindicato. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura e aguarda um posicionamento.
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