Geral
O dólar comercial é negociado a R$ 1,787, em baixa de 0,39% nas primeiras operações desta segunda-feira. Na sexta-feira, a moeda norte-americana encerrou cotada a R$ a R$ 1,794 para venda, em declínio de 0,05%, em um dia "trégua" da crise na economia americana.
Há a possibilidade de esse clima se manter no princípio dessa semana, segundo analistas.
Para a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares, fatores como a injeção de recursos no Citigroup, a sinalização do presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke sobre uma possível nova queda nos juros e as expectativas sobre o anúncio de um plano elaborado pelo governo americano e pelas empresas do setor de hipotecas para conter a crise de crédito no país trouxeram certo alívio aos investidores.
"No entanto, o ambiente de negócios deve seguir volátil e o investidor cauteloso, acompanhando e reagindo pontualmente aos indicadores e eventos econômicos americanos, uma vez que são eles que consolidarão o corte ou não dos juros nos Estados Unidos na reunião de 11 de dezembro, além de ajudar a compor a dimensão do impacto da crise imobiliária e de crédito sobre a economia do país", avalia Miriam Tavares.
A agenda econômica desta semana prevê a divulgação de índices importantes nos EUA, com destaque para o ISM, indicador que mede a atividade da indústria e de serviços, além do relatório de emprego, na sexta-feira. Esses indicadores podem confirmar --ou contrariar-- a percepção de desaquecimento da economia e reforçar as apostas de cortes nos juros americanos em 11 de dezembro.
No mercado doméstico, as atenções devem ficar voltadas para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, nesta terça e quarta-feira, quando será decidida a taxa de juros básica, a Selic. Na última reunião, a autoridade monetária manteve a taxa em 11,25% ao ano por preocupações com o ritmo de aquecimento da economia brasileira.
NOVA AQUIDAUANA
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OPORTUNIDADES
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