Geral
Após três votações, duas delas frustradas na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), a professora vitoriosa pela terceira vez consecutiva, Célia Maria Oliveira, avalia que o impasse ocorreu até agora porque a "oposição não aceitou a derrota", mas diz que respeita os adversários.
Apesar de denúncias apresentadas por acadêmicos contra ela, como uso irregular de diárias, a professora diz que a único predicado atribuído à ela sempre foi a "candidata do Peró".
Com 400 votos de professores, conquistados na primeira votação realizada na UFMS, que envolveu comunidade universitária, Célia diz que é "candidata dos docentes".
Pró-reitora de Pós-graduação, a professora garante que todas as acusações que envolvem seu nome são "na verdade acusações por conta do cargo que exerço como pró-reitora".
Questionada sobre a possibilidade de assumir como reitora e enfrentar a oposição dos alunos, Célia responde que as críticas são "concentradas", apenas no curso de Jornalismo, que encabeçou movimento contra as eleições proporcionais, que teve, inclusive a ocupação da reitoria.
"Minha atuação na pós-graduação aumentou número de cursos. Antes só conseguíamos ser melhores que a universidade do Acre, agora estamos entre as 20 melhores do Brasil", diz.
Mesmo sem ter a indicação confirmada ainda pelo presidente Lula, Célia Maria já faz planos. "Vou preservar tudo como está e só indicar os pró-reitores em fevereiro do próximo ano", comenta. A professora venceu hojecom 76% dos votos do Colégio Eleitoral.
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