Recorde negativo
Assim como o Rio Paraguai, afluente que corta o município tem sofrido com a estiagem prolongada
A Defesa Civil de Aquidauana registrou ontem um triste recorde para o Rio Aquidauana. As medições diárias, que estão cada vez mais baixas, alcançaram a marca de 1,68 m no fim da tarde de segunda-feira (27) – a menor em 22 anos.
Segundo os especialistas, a escassez de chuvas nos últimos meses e a estiagem histórica no Pantanal, que começou em 2020, são os principais fatores para a atual altura das águas. Em anos anteriores, quando o ciclo das cheias ainda acontecia normalmente, o nível do Rio Aquidauana costumava ser de 3,30 m para este período.
A expectativa dos profissionais da Defesa Civil é de que possam haver chuvas com bons índices pluviométricos nos próximos dias, de modo a reestabelecer parcialmente o volume normal do rio.
Segundo o portal AccuWeather, o mês de outubro deve ter cerca de cinco dias de chuva espalhados quase que semanalmente. Outubro historicamente é um mês bastante seco e com número elevado de focos de incêndio, então as chances de precipitações relevantes para aumentar a medição na régua não são muito boas.
Apesar dos níveis baixos do rio, segue o alerta para que os cidadãos tomem muito cuidado ao tomarem banho em suas águas e evitem a navegação.
MEIO AMBIENTE
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INÉDITO
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