Na quinta-feira passada, jornalista jantava com família em Pedro Juan, quando foi atacado por pistoleiros
A polícia do Paraguai suspeita que pistoleiros do PCC (Primeiro Comando da Capital), que fugiram da penitenciária regional de Pedro Juan Caballero no início do ano, estejam ligados com a execução do jornalista brasileiro Léo Veras, executado no país vizinho na noite da quinta-feira passada. As informações são do Midiamax.
No entanto, as autoridades mantêm as investigações em sigilo, ainda não falaram sobre o que teria motivado o crime e quais seriam os mandantes. De acordo com o jornal ABC Color, os pistoleiros que participaram da execução seriam comparsas do narcotraficante Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, o Minotauro, preso no ano passado. No entanto, não há indícios de que Minotauro esteja relacionado com o homicídio.
Por outro lado, o Midiamax apurou que o jornalista brasileiro investigava corrupção policial e pedia ajuda a colegas da imprensa de outras regiões para denunciar irregularidades que, por questões de segurança, ele não podia. Em janeiro, ao menos 75 presos ligados à facção fugiram do presídio em Pedro Juan Caballero.
Diretores da unidade, suspeitos de terem facilitado a fuga, foram presos. Na quinta-feira passada, o jornalista jantava com sua família em Pedro Juan Caballero, quando foi atacado por ao menos três pistoleiros. O grupo invadiu a residência, perseguiu e executou Léo Veras. Em seguida, colocaram uma mordaça nele e fugiram.
Audiência de custódia
Decisão foi tomada nesta quinta-feira, durante audiência de custódia em Aquidauana; Ministério Público havia pedido a conversão da prisão em preventiva
Greve nacional
Paralisação dos funcionários começou nesta quinta-feira e segue por tempo indeterminado; clientes podem recorrer a canais digitais, caixas eletrônicos e lotéricas
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