Polícia
MPE constatou diversas irregularidades, entre denúncias de cárcere privado, agressão e sequestro
Cerca de 160 pacientes, sendo a maioria de Mato Grosso do Sul, aguarda transferência da Comunidade Terapêutica Credequia, após fiscalização do Ministério Público e outros órgãos, que constataram denúncias de cárcere privado e sequestro.
O secretário Municipal de Saúde, Felippe Machado, em entrevista à rádio CBN de Londrina, informou que a transferência exige um processo complexo, que varia de cada paciente. A maioria dos pacientes são de Naviraí, Novo Mundo, Maracaju, Nova Andradina e Campo Grande.
A fiscalização, que aconteceu na semana passada, terminou na interdição da comunidade e prisão em flagrante do responsável.
Conforme a rádio, o prazo para transferência de cada paciente, sendo 18 adolescentes, termina na próxima quinta-feira, 29.
Crimes
Além do cárcere, muitos problemas teria sido encontrados na entidade, como pessoas internadas compulsoriamente e sem o devido registro, relatos de agressões pelos próprios coordenadores do espaço, a presença de idosos e pacientes psiquiátricos, além de receitas médicas em branco, segundo o MP.
*Com informações de CBN Londrina
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