Perturbação do sossego
As partes foram encaminhadas à delegacia de polícia civil para registro policial
A Guarnição da Polícia Militar (GUPM) foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para comparecer a um endereço específico devido a uma perturbação da tranquilidade. Ao chegar ao local, os policiais entraram em contato com o solicitante, que relatou que seu vizinho, localizado nos fundos de sua residência, estava utilizando som em alto volume. Segundo a vítima, essa situação ocorria rotineiramente e ele não suportava mais, especialmente por ter uma filha de 17 anos que sofria de depressão. Ele expressou o desejo de representar contra o vizinho, embora tenha observado que, naquele momento, o som já havia sido desligado.
A GUPM se dirigiu à residência ao local, em Aquidauana, e conversou com a mulher, proprietária da casa, e seu filho, de 24 anos. Eles afirmaram que o som não estava na residência e que um cunhado havia removido o aparelho do local, não fornecendo informações sobre seu destino. Com autorização da mulher, os policiais entraram na residência para confirmar a ausência do aparelho de som, que não foi encontrado.
Diante dos fatos, as partes foram encaminhadas à delegacia de polícia civil para registro policial. No entanto, não foi possível conduzir mulher à delegacia, pois ela alegou que sua filha, que sofria de depressão, estava passando mal e precisava ser levada ao hospital. A equipe policial orientou mulher a entrar em contato com o serviço de emergência para receber assistência. O rapaz cooperou com a equipe e acompanhou-os sem a necessidade de algemas.
Além da realização das medições, os beneficiários também puderam escolher gratuitamente a armação de sua preferência, tornando o atendimento ainda mais personalizado.
ALÍVIO AO CONSUMIDOR
Tarifa extra da bandeira amarela deixará de ser aplicada
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