Política
Obras inacabadas geram custo e perda para os cofres públicos e para o cidadão. É esse o entendimento do governo de Mato Grosso do Sul, que tem o propósito de concluir na administração André Puccinelli todos os empreendimentos herdados sem acabamento.
Conforme afirmou o secretário Edson Giroto (Obras Públicas e Transportes) em entrevista a uma emissora de TV, a determinação é não deixar que recursos já empregados se transformem em desperdício, com a deterioração do que já foi executado.
Giroto citou o exemplo da construção de uma ponte sobre o rio Aquidauana, no distrito de Palmeiras. "Há um trecho executado, mas sem conclusão. Se não fizermos, perde-se dinheiro. São recursos do cidadão empregados ali", ressaltou.
O Plano de Investimentos para 2008 no setor rodoviário está sendo finalizado e estará pronto para ser lançado em dezembro. Há uma semana, durante a assinatura de contratos do Programa de Aceleração do Crescimento em Dourados, o governador André Puccinelli (PMDB) informou que pretende fazer esse anúncio e antecipou que o pacote de obras deverá chegar a R$ 120 milhões.
PAC
Elogiado pelo desempenho no andamento dos projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), Mato Grosso do Sul deverá confirmar essa liderança em relação aos demais estados. De acordo com o secretário de Obras, Edson Giroto, o Estado deverá ser o primeiro a ter obras licitadas, iniciando os investimentos em água e esgoto em Corumbá e Dourados. O assunto será tratado em reunião do Geapac amanhã, na Caixa Econômica Federal.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo