dothCom Consultoria Digital
Publicado em 29/03/2008 às 11:13
Atualizado em 10/09/2026 às 13:53
O vereador Iran Rezende (PSDB) acusado de infidelidade partidária por ter trocado de partido após o dia 29 de março de 2007 - data da vigência da lei - será julgado pelo pleno do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) na próxima terça-feira, 01.
O diretório regional do PPS requereu no tribunal o mandato do vereador, que trocou o PPS pelo PMDB e depois migrou para o PSDB em menos de 15 dias. O processo está nas mãos do relator - o juiz André Luiz Borges Netto.
A ação requerendo a decretação da perda de mandato do parlamentar tucano foi movida pela advogada do partido - Carine Beatriz Giaretta. Já o advogado Carlos Eduardo Bruno Marietto vai atuar na defesa do acusado.
O vereador Terly Garcia, que trocou o PDT pelo PP após essa data, se livrou da cassação, por unâmidade no tribunal, porque a suplente da coligação PMN/PDT, Suely Nogueira, foi considerada "ilegítima" para requer o mandato dele - uma vez que a resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contempla o filiado do PDT e não ao partido no qual ela se filiou - PMN.
A lei do TSE diz que o mandato não pertence mais aos parlamentares, mas às legendas pelas quais concorreram a seus cargos eletivos.
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