dothCom Consultoria Digital
Publicado em 06/05/2008 às 08:53
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), disse nesta terça-feira, em entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena, que em Dourados tudo caminha para que o candidato a ser apoiado pelo seu grupo político seja o vice-governador Murilo Zauith (DEM).
Ele disse que os dirigentes dos partidos aliados estão conversando nesse sentido, devendo definir pela indicação do nome do democrata para disputar à sucessão do prefeito de Dourados, Laerte Tetila (PT).
André voltou a comentar que o critério para a escolha do candidato que apoiará nas eleições de outubro será a realização de pesquisa, tanto qualitativa quanto quantitativa.
O líder peemedebista disse que esse entendimento passa por conversações pelo presidente do diretório municipal do PMDB, ex-deputado federal Marçal Filho, e pelo deputado federal Geraldo Resende, ambos também inseridos nas pesquisas para consumo interno do partido que resultarão na indicação de um nome para brigar pelo comando da prefeitura, hoje nas mãos do PT, que mantém uma hegemonia de quase oito anos à frente da administração.
Apesar de falar sobre o processo sucessório, o governador disse que a incumbência de encaminhar as discussões em torno desse tema é do presidente regional do PMDB, deputado federal Waldemir Moka.
"Palpite a gente sempre dá, mas parece que em Dourados está se encaminhando o nome do Murilo Zauith", declarou o governador, durante a entrevista, na qual ele também comentou sobre a sucessão municipal na Capital e outros municípios do interior.
Alianças
André Puccinelli disse que na Capital o PMDB caminha para sacramentar a mesma aliança que elegeu o prefeito Nelsinho Trad nas eleições de 2004, com a participação do PSDB, DEM e PPS, além do PDT, que trabalha para indicar o deputado federal Dagoberto Nogueira como vice na chapa majoritária.
Questionado sobre a possibilidade de PMDB e PT se unirem em Mato Grosso do Sul, seguindo orientação da cúpula nacional das duas legendas, o governador colocou que eventual aliança vai depender da votante popular, sugerindo a realização de pesquisas de opinião.
Em relação à tentativa de aproximação do PT em Campo Grande, desdenhou: "O PT está se oferecendo muito, de forma até impensada".
A união entre PMDB e PSDB, conforme o governador, persistirá na grande maioria dos municípios sul-mato-grossenses. Sobre aliança com o PT, o governador reafirmou as conversações em torno de uma composição em Corumbá e Dois Irmãos do Buriti. "Em Santa Rita do Pardo já é uma realidade", adiantou.
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