dothCom Consultoria Digital
Publicado em 21/10/2008 às 09:51
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
Apesar da vitória de Ari Artuzi (PDT) em Dourados ter garantido vaga efetiva ao suplente de deputado estadual Diogo Tita (PMDB) na Assembléia Legislativa, o governador André Puccinelli (PMDB) assegura que a deputada estadual Celina Jallad (PMDB) será acomodada no TCE (Tribunal de Contas do Estado). Ele afirma ainda que o deputado federal Waldir Neves (PSDB) também será conselheiro, o que garantirá a ascensão do suplente Marçal Filho à Câmara Federal. Os dois devem ocupar vagas na Corte em 2009.
Inicialmente, a ida de Celina para o Tribunal é que abriria vaga para Tita, porém o resultado das eleições em Dourados, garantiu espaço para o suplente sem a necessidade de remanejamentos. "Vai para o TCE quem tem méritos. Celina tem méritos", destacou o governador hoje pela manhã, ao participar do lançamento da campanha de vacinação contra a febre aftosa na Embrapa Gado de Corte, na Vila Popular, em Campo Grande.
A primeira vaga de conselheiro do TCE deve ser aberta no mês de novembro quando o conselheiro Carlos Ronald Albanese se aposentará. Porém, o espaço deverá ser destinado, conforme o próprio governador, a um técnico do TCE.
Para o ano de 2009, não estavam previstas aposentadorias de conselheiros. A próxima vaga seria aberta somente em janeiro de 2010, quando Augusto Maurício da Cunha e Menezes Wanderley deixaria a Corte.
Porém, o governador deu a entender, durante a entrevista coletiva, que aposentadorias podem ser antecipadas para o ano que vem, mas não revelou qualquer nome.
Segundo ele, até dezembro do ano que vem Celina e Waldir Neves deverão estar no cargo de conselheiros do TCE.
O Tribunal de Contas tem sete conselheiros. As vagas são distribuídas da seguinte maneira: Assembléia Legislativa (quatro vagas), Tribunal de Contas (2 vagas) e governo do Estado (uma vaga).
André salienta que levando Waldir para o TCE estará "livrando Lula de um opositor". Waldir como se sabe é do PSDB, principal partido de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
André que pertence ao PMDB partido aliado ao governo insinuou que retirando um opositor do caminho do presidente poderia até facilitar a vinda de recursos federais para o Estado.
Além disso, com a ascensão de Marçal o PMDB de Mato Grosso do Sul passaria de três para quatro deputados federais. Atualmente, o partido do governador conta com Nelson Trad, Waldemir Moka e Geraldo Resende.
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