dothCom Consultoria Digital
Publicado em 13/01/2009 às 09:23
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
Um estudo elaborado por técnicos da Câmara dos Deputados mostrou que a incorporação de 12 mil servidores comissionados da Casa aos planos de saúde deve gerar um custo adicional de R$ 30 milhões aos cofres do Legislativo.
A medida foi aprovada pela mesa diretora, que decidiu ampliar o benefício que apenas funcionários efetivos tinham. O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), havia dito que a mudança não afetaria os gastos porque o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) iria negociar com as operadoras de plano de saúde.
Na semana passada, o jornal Folha de S.Paulo informou que Sindilegis tinha praticamente definido, sem recorrer a licitação, o nome da operadora.
A nova previsão de gastos leva em consideração uma pesquisa de mercado realizada junto às operadoras e os preços cobrados pelos serviços oferecidos pelo Pró-Saúde (atual plano).
O documento pretende reverter a decisão do comando da Câmara que autorizou o Sindilegis a negociar a troca do Pró-Saúde por outra operadora.
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