Política
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta manhã que considerou um "absurdo" o pagamento de pelo menos R$ 6,2 milhões em horas extras para cerca de 3,8 mil servidores durante o mês de janeiro, quando o Senado estava vazio. Sarney se referiu a uma matéria publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, que fez a acusação.
As horas extras teriam ocorrido durante o período de recesso, quando a Casa está vazia e, portanto, não realizou nenhuma sessão que tivesse avançado a noite.
Sarney avalia que o primeiro-secretário da Casa, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), deverá em breve tomar as devidas providencias em relação ao pagamento.
"Acho um absurdo, não acho correto. Temos que averiguar. O caminho correto seria a suspensão, mas não quero entrar numa atribuição que não é minha", disse. "Cabe ao primeiro secretário e ele vai tomar providências", prometeu Sarney.
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