dothCom Consultoria Digital
Publicado em 22/12/2009 às 09:33
Atualizado em 10/09/2026 às 13:55
A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, evitou falar sobre política e, especialmente, da sua esperada candidatura à Presidência da República no próximo ano. Indagada sobre a "dificuldade da escolha de um vice", ela rechaçou: "Só vou ter legitimidade para fazer qualquer negociação quando eu for escolhida pelo PT. Aí, como pré-candidata vou fazer as minhas escolhas. Até lá as negociações estão a cargo do presidente do PT que está deixando o cargo, Ricardo Berzoini e do novo presidente, José Eduardo Dutra."
As declarações da ministra foram feitas durante entrevista coletiva convocada por ela, nesta segunda-feira, para falar sobre os resultados da 15ª Conferência das Nações Unidas para o Clima (COP-15), realizada em Copenhague. Mais cedo, em Brasília, Lula aproveitou a solenidade do lançamento do 3º Programa dos Direitos Humanos para voltar a defender a candidatura de Dilma.
Ao exaltar que a luta de muitos militantes contra o regime militar valeu a pena em razão das conquistas atuais da democracia, ele relatou episódio em que sobrevoou de helicóptero, junto com Dilma, o Quartel General em São Paulo, no qual a ministra esteve presa durante a ditadura, e lembrou que, na ocasião, Dilma comentou que não sentia raiva. "Sabe por que isso? Porque valeu a pena. Se alguém torturou a Dilma achando que a luta tinha acabado, hoje ela é uma possível candidata à Presidência da República."
Eleições 2026
Candidato a deputado estadual pelo PL participou de encontros nesta quarta-feira; ele apresentou propostas voltadas à geração de emprego e renda, investimentos e ampliação das oportunidades para a população da região
Reunião de alinhamento
Encontro reuniu equipes de diferentes áreas da saúde pública; profissionais discutiram integração, prevenção de riscos e demandas do município
Voltar ao topo