A semana foi quente no cenário político do Estado. Segundo o jornalista Valfrido Silva, que acompanhou parte das movimentações, "isto é apenas o começo". Com os cenários para as eleições praticamente definidos, a guerra de bastidores começa a acirrar-se.
O Governador André Puccinelli foi responsável pelos fatos mais destacados. Primeiro esteve no centro de uma polêmica, em declaração sobre a corrida para o senado. No jogo de palavras teria declarado que o pleito já está definido, com Delcídio do Amaral (PT) e Moka (PMDB) sendo eleitos.
Com o impacto da observação, reproduzida pelo Correio do Estado, que gerou descontentamento geral na sua base de apoio, especialmente do vice governador, Murilo Zauyth, e do vice-porefeito de Campo Grande, Edil Albuquerque, Puccinelli tentou readequar os termos de sua declaração. Parece ter conseguido, pois a semana termina com Murilo ainda candidato.
Em visita feita a Dourados, onde foi anunciar a destinação de verba de R$ 10 milhões para reparos das vias da cidade, o governador manteve a escrita de fazer declarações polêmicas. Segundo a coluna "De Olho", do Diário MS, ele não poupou críticas a Funai, a propósito dôs conflitos sobre terras no Estado: “Quem cuida dos indígenas é o Governo do Estado e não esta porcaria da Funai”. Os índios aplaudiram!