Em sua primeira visita oficial como governador a Aquidauana, Reinaldo Azambuja (PSDB) reforçou a parceria com os 79 municípios sul-mato-grossenses e disse que seu trabalho é independente de partido. Ele desembarcou na manhã desta sexta-feira (15), por volta das 10h30, no Aeroclube de Aquidauana, onde falou rapidamente com a imprensa.
A agenda do governador inclui o anúncio da obra de restauração asfáltica de diversas ruas do Bairro Serraria, investimentos na Escola Estadual Coronel Antônio Trindade e assinatura de convênio para repasse de recursos do FIE (Fundo de Investimento Esportivo de MS) para a reforma do Estádio Municipal de Aquidauana.
O tucano também vai se reunir com o Executivo e Legislativo a fim de discutir a pavimentação asfáltica BR-262 ao distrito de Taunay - em um trecho de 11 quilômetros -, além da conclusão do asfaltamento interno, envolvendo quatro quadras do distrito de Piraputanga.
Outro assunto importante, previsto na agenda, é a discussão em relação à proposta de transferência da gestão do Hospital Regional ?Estácio Muniz? para o comando administrativo do Estado. Azambuja afirmou que já havia conversado adiantadamente com os parlamentares de Aquidauana, sobre algumas reivindicações para a cidade, assegurando que, na medida do possível, todas estas serão atendidas.
A chegada do chefe do Executivo sul-mato-grossense contou com a presença do prefeito de Aquidauana, Zé Henrique (PDT); do deputado estadual Felipe Orro (PDT); do presidente da Câmara de Aquidauana, Anderson Meireles (PT do B), e demais vereadores aquidauanenses e anastacianos. O prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo (PDT), não esteve presente, sendo representado pelo vice-prefeito, Laércio Valério (PDT).
135 dias
Azambuja destacou que, em 135 dias à frente do Governo de Mato Grosso do Sul, tem defendido à risca a responsabilidade no investimento com o dinheiro público.
Uma das prioridades tem sido atender as reivindicações em saúde e infraestrutura. O governador garantiu que, nos primeiros dois anos de mandato, vai concluir todas as obras que foram deixadas inacabadas pelo governo anterior.