Um relato do Center for Disease Control and Prevention, de janeiro de 2009, apresentou os dados da cidade de Pueblo (Colorado, Estados Unidos), que comparam as taxas de hospitalização por infarto do miocárdio (ataque cardíaco) antes e depois da lei que exige ambientes livres de fumo.
O levantamento realizado entre 2002 e 2006, analisou as taxas de internação 18 meses antes da lei antitabagismo e em dois períodos após (um período até 18 meses após e outro, entre 18 e 36 meses após a implantação da lei).
Nesse levantamento, as taxas de hospitalização por infarto do miocárdio, para cada 100 mil habitantes, foram de 257 nos 18 meses antes da implantação da lei antitabagismo. Nos primeiros 18 meses após a lei, essa taxa diminuiu para 187 e, entre 18 e 36 meses após a lei, reduziu ainda mais, para valores de 152 por 100mil habitantes.
Os dados da cidade de Pueblo confirmam os benefícios da proibição do tabagismo em locais públicos e ressaltam os malefícios do tabagismo passivo. Um dado muito relevante desse levantamento é que os benefícios dessa proibição se mantêm, mesmo no terceiro ano após a implantação da lei antitabagismo.
Fonte: Center for Disease Control and Prevention (2009).
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