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Músculos mais fortes podem significar menor risco de Alzheimer, sugere estudo

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Os idosos que têm músculos mais fortes podem estar sob menor risco de desenvolver doença de Alzheimer, segundo estudo publicado na edição de novembro da revista científica Archives of Neurology. "As descobertas apoiam a ligação entre a saúde física e a cognição no envelhecimento e a importância de se manter uma boa função física e a força", destacaram os autores.


Avaliando a força de noves grupos musculares nos braços e pernas e músculos respiratórios de 970 pessoas com idades entre 54 e 100 anos e livres de demência, os pesquisadores observaram que os 97 participantes com maior força muscular eram 61% menos propensos a desenvolver doença de Alzheimer em quatro anos do que os 97 mais fracos. Além disso, os mais fortes tinham menor declínio das habilidades mentais com o passar do tempo.


Segundo os autores, a explicação mais plausível para essa relação é que haveria algo ocorrendo no corpo que causa tanto a fraqueza muscular quanto a perda da capacidade mental. "Certamente pensamos que é importante ser fisicamente ativo e malhar para manter os músculos fortes", destacaram os especialistas. "Uma boa saúde física é importante para uma boa função cerebral, concluíram.

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