Solidariedade
Marido da mulher que morreu asfixiada pela fumaça sofre também com a destruição dos objetos que se encontravam na residência
Após o incêndio em uma residência no Bairro Jardim Campanário, em Anastácio, que causou a morte por asfixia de uma mulher de 34 anos, seu Cândido tenta se reerguer enquanto lida com a perda da companheira e de seus bens.
Aos 78 anos, ele trabalha sob o Sol forte da região todos os dias vendendo picolés, de onde tirava renda para ajudar nas contas da casa. Ainda sem saber exatamente o que aconteceu no incidente desta terça-feira (17), ele disse, em entrevista a uma rádio local, que a esposa vinha sofrendo com pressão alta e tomando muitos remédios, e imagina que isso possa ter tido alguma influência no ocorrido. Segundo informações preliminares da investigação, o fogo começou dentro da casa.
Além do luto, seu Cândido sofre agora com a falta de coisas básicas do dia a dia que se perderam nas chamas. “A gente é pobre, mas tinha umas coisinhas. Queimou tudo: roupas, vasilha, mantimentos, geladeira, televisão, som…”, lamenta. Em razão disso, ele conta com a ajuda dos moradores de Aquidauana e Anastácio que possam ajudar com doações, desde um colchão onde o senhor possa descansar até “um fogão com umas duas panelinhas pra gente poder cozinhar”.
A equipe d’O Pantaneiro se solidariza com a situação e lamenta a perda de seu Cândido. Se você puder ajudar com a doação de quaisquer mantimentos, móveis ou eletrodomésticos, entre em contato pelo telefone (67) 9 9994-1370.
FÉ CATÓLICA
Julião Urquia foi o primeiro pároco da cidade estando presente desde a fundação de Aquidauana. Os 100 anos de sua morte foram marcados por grande visitação ao seu túmulo, localizado atrás do Cruzeiro do Cemitério Municipal
LOTERIAS
Concurso especial terá apostas abertas até 31 de dezembro; prêmio pode superar o recorde de R$ 1,09 bilhão pago em 2025
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