Importância
Nesta sexta-feira (5) celebramos a importância do perito papiloscopista. Mas você sabe a relevância desse profissional, que faz parte do corpo da Polícia Civil, para a nossa sociedade?
Conforme destacou a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça) de Mato Grosso do Sul, eles atuam nos bastidores para garantir cidadania a todas as pessoas e também para identificar e fornecer provas concretas para processos judiciais que levem a punição daqueles que cometem crimes, que vão de acidentes de trânsito a roubos à bancos, por exemplo.
O Pantaneiro conversou com Érika Gehre, que é responsável pelo NRI (Núcleo Regional de Identificação) de Aquidauana, que atende também os municípios de Anastácio, Miranda, Bodoquena, Dois Irmãos do Buriti.
Ela conta que não é fácil conseguir alcançar essa profissão, pois só ingressa com concurso, possui muitas etapas e é preciso passar pela Academia de Polícia Civil, que torna o processo ainda mais longo. Érika se formou em direito e Administração Pública, já atuava na área criminal e viu na perícia a chance de ser mais atuante na sociedade.

“Só a pericia papiloscopista revela quem é o autor de um crime. Nós não prestamos um serviço apenas criminal, pois somos responsáveis pela emissão de Carteiras de Identidades e a identificação necropapiloscópica, que é capaz de identificar o corpo de uma pessoa sem identidade através das digitais”, destaca Érika.
Além dele, outros cinco peritos papiloscopistas atuam em nossa região, sendo que um deles está a serviço da Força Nacional em algum lugar do Brasil. Apesar da nomenclatura ser desconhecida pela maioria da população, os papiloscopistas são os peritos oficiais mais antigos no país, sendo oficializados pelo Decreto 4.764 de 1903.
Érika é imensamente grata por sua profissão. “Essa profissão significa muito para mim! Mostra que prestamos um serviço bom para sociedade e percebemos o quanto Deus é perfeito, que ninguém é igual a ninguém e as digitais provam isso”, conclui.
*Texto com informações da Sejusp.
AGROCASTMS
Especialistas da AgroAlliance explicam como as mudanças na legislação podem impactar produtores rurais e empresas do setor
TRAGÉDIA
Wellington Carmo de Oliveira tinha 10 anos de experiência na aviação agrícola; causas da queda ainda são investigadas
Voltar ao topo