Nossa gente
Aos 6 anos de idade, Valdemir Francisco Ferreira já sabia fazer doces com a castanha do coco. Hoje, aos 52 anos, casado com Maria Aparecida dos Santos, eles sustentam a família e formaram os filhos com a venda de cocada.

Valdemir compartilhou com O Pantaneiro que tudo começou com a chegada das crianças. Eles moravam na zona rural, mas foi preciso mudar-se para cidade e, assim, colocar os filhos na escola para serem alfabetizados.
“Como nós não tínhamos outros meios de sobrevivência, começamos a fazer e vender cocada, trazendo o sustento para dentro de casa”, conta Valdemir. Ele se orgulha em dizer que são três filhos muito bem criados e agora vieram os netos.
A família toda participa da produção das cocadas brancas, de coco queimado, cocadas com abacaxi ou com maracujá, coquinho torrado e taças do amor, além de pequenos doces de leite e quebra-queixo.
Antes da pandemia, ele e Maria montavam a barraca de doces nas feiras ou bingos, mas agora precisam circular pelos bairros de Aquidauana para conseguir vender, saindo de casa às 14h. “Temos que andar para vender! Passamos pelo Cristo Rei, Arara Azul, Bancários, pros lados da Lagoa Comprida e do 40”, conclui o vendedor.

Quando ver o carrinho de cocadas dele, colabore adquirindo e experimentando um doce, pois é o único sustendo de uma querida família de aquidauanenses.
INTERNACIONAL
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NOTA DE FALECIMENTO
Natural de Porto Murtinho, ela viveu por mais de sete décadas de história na cidade. O seu velório teve início às 5h, na Capela da Pax Universal e o sepultamento está programado para as 16h.
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