X

Peculato

Juiz que atuou em Aquidauana se torna réu pela 2ª vez

Compartilhe:

A-

A+

O juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, que já atuou em Aquidauana, se tornou réu pela 2ª vez. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou, por unanimidade, a denúncia por peculato, corrupção e falsidade ideológica. O magistrado está afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande.
 
Conforme divulgado pelo portal O Jacaré, além de Aldo, o órgão também aceitou a denúncia por peculato, corrupção passiva, supressão e documento e falsidade ideológica contra a esposa do juiz, a advogada Emmanuelle Alves Ferreira da Silva, o advogado Ildefonso Lucas Gessi e os empresários José Carlos Lopes, José Carlos Tavares Pinto e Pedro André Scaff Raffi.
 
Além de pena de prisão, eles podem ser condenados a pagar R$ 10,9 milhões, referente a perda de R$ 439,2 mil, reparação de R$ 1,758 milhão e R$ 8,792 milhões a título de danos morais. Neste caso está o precatório de R$ 1,3 milhão, que Lopes recebeu da Agesul, mesmo já estando quitado.
 
Esta é a segunda denúncia que o Tribunal de Justiça recebe contra Aldo, que foi alvo da Operação Espada da Justiça em 2019. Ele é acusado de transformar a 5ª Vara de Família e Sucessões em “balcão de negócios” pelo procurador de Justiça, Paulo Cezar dos Passos.
 
A terceira denúncia é a mais robusta e envolve 23 réus, entre os quais oito advogados, e pede3 a perda de R$ 5,451 milhões, a reparação de R$ 5,451 milhões e o pagamento de danos morais de R$ 27,256 milhões. O MPE pede a condenação pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção ativa de testemunhas e corrupção passiva.
 
Este promete ser o debate mais polêmico do julgamento. No entanto, a decisão ficou para a primeira quarta-feira de agosto. O processo tramita em sigilo.
 
O escândalo é um dos maiores na história do Tribunal de Justiça. Agora, nos dois casos, os acusados se tornaram réus e vão a julgamento pelos crimes. Ao G1, o advogado André Borges garantiu que vai provar a inocência de seu cliente, Ildefonso Gessi. Trad disse que Zecas Lopes não tinha conhecimento da fraude no precatório. Os demais vão se manifestar no processo.

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

Reforma tributária exige planejamento e atenção redobrada no agronegócio

AGROCASTMS

Reforma tributária exige planejamento e atenção redobrada no agronegócio

Especialistas da AgroAlliance explicam como as mudanças na legislação podem impactar produtores rurais e empresas do setor

Piloto de MS morre em acidente aéreo na zona rural de Goiás

TRAGÉDIA

Piloto de MS morre em acidente aéreo na zona rural de Goiás

Wellington Carmo de Oliveira tinha 10 anos de experiência na aviação agrícola; causas da queda ainda são investigadas

Voltar ao topo

Logo O Pantaneiro Rodapé

Rua XV de Agosto, 339 - Bairro Alto - Aquidauana/MS

©2026 O Pantaneiro. Todos os Direitos Reservados.

Layout

Software

2
Entre em nosso grupo