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Comportamento

Fã de Madonna, estudante de medicina aprende pole dance e tricô

Aquidauanense divide o tempo entre os estudos, o tricô e o pole dance

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O Aquidauanense Lincoln Andrade Souza Quelho, é um estudante de Medicina, de 25 anos, que sabe bem como aproveitar os poucos momentos livres nos estudos para aprender e se dedicar a coisas novas.

Perto de se formar, Lincoln divide seu tempo entre os estudos e dois amores antigos, os desenhos e o tricô, o estudante teve contato com a arte quando ainda era criança, porém, como forma de hobby.

Lincoln conta que aprendeu a tricotar em 2015, motivado por sua mãe e sua avó, que já faziam tricô. "Eu comecei a fazer tricô em 2015 e me aprofundei mesmo em 2016. Comecei porque minha avó e minha mãe faziam, então, fui aprendendo com elas. É uma prática bem difícil tanto para ensinar quanto para aprender", explicou.

Mãe e avó de Lincoln faziam tricô, o que o fez se interessar em aprenderMãe e avó de Lincoln faziam tricô, o que o fez se interessar em aprender (Foto: Arquivo pessoal)

O estudante conta que seu pai é médico e sempre o incentivou a estudar medicina, o que o motivou a iniciar a faculdade em 2017. “Eu comecei a fazer Medicina em 2017 e desde o começo, a gente já tinha o estágio prático. Como meu pai é médico, sempre tive bastante influência e fui incentivado por ele”, contou ao Campo Grande News.

Pai médico motivou Lincoln a cursar medicinaPai médico motivou Lincoln a cursar medicina (Foto: Arquivo pessoal)

Provando que consegue conciliar o aprendizado e dedicação em áreas distintas, Lincoln, que é grande fã da cantora Madonna, decidiu aprender pole dance e “Eu comecei a ir atrás de pole dance, porque sempre fui um fã da Madonna, ela sempre foi um ícone, uma artista que me inspirava. Um dia, eu vi uma publicidade de um studio e logo iniciei as aulas”, disse.

Lincoln é fã da cantora Madonna, que inspirou a aprender pole danceEscreva a legenda aqui

Apesar do fim da graduação estar próximo, Lincoln pretende não abandonar o tricô e a dança, pois são atividades prazerosas, que o fazem se sentir bem. “É uma forma de preencher, cada uma dessas coisas me ajuda a construir quem sou hoje. Não me vejo parando de dar aula ou de abandonar o tricô, crochê e bordado. Eu faço menos desenho, mas também não esqueço. Vou dividindo, mas seguindo com as coisas”, finalizou.

 

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