Evento aberto ao público
A encenação da Paixão de Cristo será feita pelo grupo teatral Aquidaarte
A encenação da Paixão de Cristo será realizada, em Aquidauana, no dia 15 de abril, pelo grupo teatral Aquidaarte.
Após dois anos de pandemia, com a proibição da realização de grandes eventos com público, o espetáculo acontecerá ao ar livre, na Praça da Igreja Matriz Imaculada Conceição, no dia 15 de abril, a partir das 19h e com entrada gratuita.
O espetáculo tem a parceria entre a Prefeitura Municipal, do Governo do Estado, Fundação de Cultura de MS, Câmara Municipal de Aquidauana, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e da Paróquia Imaculada Conceição.
Paixão de Cristo
O teatro narra a história de Jesus Cristo, passando por episódios como a Santa Ceia, Paixão de Cristo, morte e ressurreição. Ontem (10), a equipe do teatro esteve reunida com o prefeito Odilon Ribeiro, apresentando os detalhes de como está sendo organizado o espetáculo, as mudanças de personagens e, também, agradeceram ao apoio da Administração Municipal. "Percebemos aqui nessa reunião o entusiasmo de todos com a volta do teatro Paixão de Cristo. É um evento que em todas as suas edições foi marcante, emocionantes e atraiu público de Aquidauana e vários municípios. Agora, ele voltará com tudo e com certeza será um grande espetáculo. A Prefeitura de Aquidauana é parceira e nós apoiamos esse evento cultural, turístico e religioso", afirmou o prefeito.
Conforme relatou o diretor do grupo teatral Aquidaarte e vereador, Humberto Torres, neste ano, o espetáculo contará com novos atores e o protagonista, que é Jesus, será interpretado pelo pastor Geisson Augusto e Elisete que interpretará o papel de Maria.
O 7º evento da Paixão de Cristo integra o calendário oficial de eventos de Aquidauana que, em sua 4ª edição, passou a compor o calendário nacional de eventos do Ministério do Turismo e é considerado o maior teatro ao ar livre do Estado.
AGROCASTMS
Especialistas da AgroAlliance explicam como as mudanças na legislação podem impactar produtores rurais e empresas do setor
TRAGÉDIA
Wellington Carmo de Oliveira tinha 10 anos de experiência na aviação agrícola; causas da queda ainda são investigadas
Voltar ao topo