Luto
Querida na cidade, Zilda deixou legado na educação da cidade
A Prefeitura de Aquidauana decretou nesta segunda-feira (9), luto oficial de cinco dias após a morte da professora senhora Zilda Monteiro de Oliveira, que faleceu vítima de uma embolia pulmonar.
Em nota, o prefeito Odilon Ribeiro destacou os relevantes serviços prestados pela professora que deixou um legado à comunidade educacional e católica do município.
Zilda foi professora e diretora da Escola Estadual Cândido Mariano. Foi desde o ano de 1975, professora da Escola Normal Jango de Castro, coordenadora pedagógica do Instituto de Educação Aquidauanense.
Também foi presidente do Conselho Municipal do Idoso, presidente do Grupo Bela Idade Arara Azul, secretária do Conselho Pastoral da Igreja Imaculada Conceição e membro atuante da Comunidade Nossa Senhora das Dores.
Legado deixado na educação
Nascida em uma estimada e tradicional família dona Elvira e "seo" Antonio, ferroviário, residia em Aquidauana na rua Bichara Salamene ao lado do Supermercado Princesa do Sul, tendo sua casa sido vendida e derrubada. Hoje existe somente um terreno. A professora Zilda morava em Campo Grande.
Seus dois irmãos Zacarias e Zélio foram ferroviários estimados. Suas irmãs Zuma, professora e Zuraide, costureira, ambas falecidas; Antonia funcionária pública.
A professora Zilda foi uma educadora das mais bem formadas na época aluna da primeira turma do CPA Centro Pedagógico de Aquidauana hoje Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Uma das mais antigas assinantes e colaboradora deste Jornal, a professora Zilda fazia questão de receber O Pantaneiro impresso todas as segundas-feiras, em Campo Grande, para saber das notícias da Princesa do Sul.
O velório está sendo na Pax Universal e o sepultamento será às 17:30 horas no Cemitério Municipal.
AGROCASTMS
Especialistas da AgroAlliance explicam como as mudanças na legislação podem impactar produtores rurais e empresas do setor
TRAGÉDIA
Wellington Carmo de Oliveira tinha 10 anos de experiência na aviação agrícola; causas da queda ainda são investigadas
Voltar ao topo