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Celebração

Em 58 anos de existência, O Pantaneiro é o exemplo da modernidade na comunicação

Um veículo de comunicação inovador e de referência na cidade de Aquidauana e no Estado do Mato Grosso do Sul

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Os jovens estão sempre criando e inovando, movidos pela efervescência da idade. Levados por essa inquietação positiva que os amigos, Aldo Royg, Oscar de Barros Filho e Augusto Alves Corrêa Filho, da cidade de Aquidauana, ainda pertencente ao Estado do Mato Grosso, se uniram e fundaram um jornal, ao qual deram o nome de O Pantaneiro, numa referência cheia de orgulho a esta cidade, carinhosamente reconhecida como “Portal do Pantanal”.  

O periódico chegou com a proposta de inovar. Uma caraterística do semanário e da indústria gráfica de O Pantaneiro. A prova dessa inovação está aqui neste site onde todos os dias é possível receber informações com a qualidade da marca O Pantaneiro. 

Crianças da Escola Scaff fazendo visitação no parque gráfico do Jornal O Pantaneiro na década de 90

Hoje, 5 de maio, o jornal O Pantaneiro, está completando 58 anos de sólida e ininterrupta existência, sempre preocupado em levar ao leitor a informação precisa, apurada e imparcial. Em 1975, dez anos após sua fundação e uma circulação incessante, o professor José Lima Neto, recém-chegado às terras aquidauanenses, e o também professor, Orlando Pascotto, passaram a ser os novos proprietários de O Pantaneiro. Lima Neto, como se tornou conhecido, conduziu o impresso o lado de sua esposa, Alice Bonafé Tavares Lima, por muitos anos e hoje, com a mesma dedicação, Lima Neto assina a coluna “Editorial”.

Máquinas de escrever estão em exposição no jornal atualmente

Em 1978, o jornalista publicou um comunicado aos leitores, revelando a disposição e a determinação, que permitiram e permitem, manter o semanário firme nos seus ideias e próspero e renascendo com mais vitalidade a cada novo ano de “vida”.    

“Quando as portas de O Pantaneiro estavam prestes a se fechar, com a sua liquidação, um amigo propôs um quase desafio: se tivermos sangue nos olhos, não deveríamos deixar que este patrimônio municipal desaparecesse. Já financeiramente combalido, mas com reconhecimento do seu valor, ainda que somente para relembrar dos acontecimentos de nossa cidade e recordar, acreditamos também que O Pantaneiro não merece ser sepultado. Crentes nisso e conhecedores das suas dificuldades financeiras, estamos decididos a revitalizá-lo, aceitando o risco de no seu insucesso sermos acusados de incompetentes. Não nos cabe julgar a iniciativa do seu diretor Orlando Pascotto em abandoná-lo. Mas, um jornal como O Pantaneiro, como o único de Aquidauana e Anastácio - cidades que já não são vilarejos — não merece o silêncio” - (parte do texto de O Pantaneiro, em 1978, escrito por Lima Neto).  

Antônio Barbosa (In memoriam), Vinicius Correa, Marcio Santana e Dalton Marcos, equipe do parque gráfico em 2003.

E não se silenciou
 

Hoje, não há nas cidades de Aquidauana, Anastácio e região, um cidadão que não busque uma informação segura nas páginas de O Pantaneiro. Com o propósito firmado desde seu primeiro exemplar, seu atual proprietário, Lima Neto, escreveu no texto acima, sobre as metas e objetivos que carregava para O Pantaneiro, e que cumpre até hoje, quando o jornal está completando 58 anos de uma existência viva, sólida, livre e moderna, inovadora e próspera. O Pantaneiro sempre incentivou e ensinou, ao longo desses 58 anos, a todos que pela sua redação passaram. Esse semanário, que trata dos assuntos de interesse nacional, mas cuida com total respeito e dedicação tanto do município quanto de seus cidadãos, sempre atento aos fatos e zelando pela imagem de quem é notícia, baseado primeiramente na ética profissional. 

Como na inspiração que lhe deu nome, o jornal O Pantaneiro é como o próprio Pantanal, nunca seca. Está sempre fértil e cheio de vigor.

Impressão da edição nº  3112 do Jornal O Pantaneiro

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