Tragédia
A aeronave operava em condição regular de aeronavegabilidade, mas não tinha autorização para serviço de táxi aéreo, segundo dados oficiais
A queda de uma aeronave de pequeno porte deixou quatro mortos no Pantanal de Mato Grosso do Sul na tarde de terça-feira (23). O acidente ocorreu em uma área turística de Aquidauana, próximo ao Hotel Recanto Barra Mansa, localizado às margens da rodovia MS-170.
De acordo com informações levantadas, a aeronave era um Cessna 175, fabricado em 1958 e com matrícula nº 3951. O avião tinha capacidade para quatro assentos, com limite de três passageiros, peso máximo de decolagem de 1.066 quilos e estava autorizado apenas para voos visuais diurnos (VFR).
O mapa da região mostra que o ponto aproximado da queda fica a cerca de 181 quilômetros de Campo Grande, capital do estado, em uma área de difícil acesso no Pantanal, próximo ao município de Rio Negro e à região turística de Barranco Alto.
A aeronave operava em condição regular de aeronavegabilidade, mas não tinha autorização para serviço de táxi aéreo, segundo dados oficiais.
As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas por órgãos competentes.

Você tem alguma denúncia, flagrante, reclamação ou sugestão de pauta? O Site O Pantaneiro está sempre atento aos fatos que impactam a nossa região e queremos ouvir você!
Fale direto com nossos jornalistas pelo WhatsApp: (+55 67 99856-0000). O sigilo da fonte é garantido por lei, e sua informação pode fazer a diferença!
Além disso, você pode acompanhar as principais notícias, bastidores e conteúdos exclusivos sobre Aquidauana, Anastácio e região em nossas redes sociais. Siga O Pantaneiro nas plataformas digitais e fique sempre bem informado:
Clique no nome de qualquer uma das plataformas abaixo para acessar:
Instagram - @jornalopantaneiro
O Pantaneiro: Jornalismo com credibilidade, compromisso e a cara da nossa gente!
SEGURANÇA NO CAMPO
Entre as pessoas detidas está uma mulher com mandado de prisão por homicídio qualificado; ação também resultou na apreensão de munições
MEIO AMBIENTE
PMA alerta que a exigência vale para comerciantes e pescadores profissionais; prazo de 48 horas começou com o defeso nos rios da bacia do Paraguai
Voltar ao topo