Geral
Mato Grosso do Sul mantém a segunda colocação no ranking dos estados brasileiros com maior proporção de telefones celulares por habitante, registra o relatório mensal da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) do mês de junho. O índice é de 85,37, crescimento de 2,13% em relação ao mês anterior. O Rio de Janeiro lidera com 86,68.
Incluindo o Distrito Federal, a lista muda. O Distrito Federal assume a ponta com índice de 127,7, ou seja, 1,27 telefone para cada habitante. Isso acontece sobretudo pelo grande número de políticos, assessores e executivos que vivem em outros estados, mas trabalham em Brasília, o que os obriga a ter mais de um telefone celular (um com prefixo de Brasília e outro do seu estado de origem). Nesse caso Mato Grosso do Sul cai para terceiro no ranking.
No ano passado, em junho, havia 56,45 telefones celulares para cada grupo de 100 brasileiros. Um ano depois a proporção é de 69,52 linhas para 100 habitantes, crescimento de 23%. Mantido o ritmo, em dois anos haverá um celular para cada brasileiro.
O número de habilitações de linhas de telefones celulares cresceu muito em junho deste ano, ficou 65,99% maior que no mês de junho do ano passado. Foi recorde para o mês em 10 anos. O Brasil, agora, já tem 133.168.546 linhas de telefonia celular em atividade, sendo 81,03% de telefones pré-pagos e 18,97%, pós-pagos.
Em junho foram habilitadas 2.610.186 novas linhas, junho o segundo maior desempenho em número no ano, perdendo apenas para maio, o mês das mães, quando foram feitas 2.815.604 habilitações. Em 12 meses o mercado de telefonia celular ganhou 26.505.478 novos assinantes, crescimento de 24,85%.
Os três estados que apresentaram o maior crescimento da teledensidade em junho foram Amapá (60,43, com crescimento de 4,56%), Roraima (54,57, com crescimento de 4%) e Pará (48,03, com crescimento de 3,74%).
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo