O professor aposentado da UFMS Wilson Biasotto, comenta em seu espaço jornalístico “Crônicas em Retalhos” o livro “A Máfia de Paletó”, do jornalista Eleandro Passaia, lançado após a Operação Uragano (Furacão) da PF, em Dourados, que levou para a cadeia políticos, secretários de governo e empresários, entre eles o prefeito Ari Artuzi, seu vice Carlinhos Cantor e o presidente da Câmara, Sidlei Alves.
Segundo Biasotto, petista histórico, “não caiu bem a supressão de um capítulo da obra. Pior ficou a justificativa de que uma gráfica teria imprimido o livro gratuitamente e censurado um capítulo”. Neste capítulo Passaia denuncia alguns deputados de MS.
Para o professor, “não obstante a sua importância, a obra deixou a desejar no que diz respeito à análise dos fatos e à leviandade de algumas acusações”. Entre essas ele cita as acusações contra o também jornalista Valfrido Silva e o deputado Geraldo Resende, que não teriam relação com alguma ilicitude mas pelo fato de que os mesmos são “desafetos” do autor/delator.