Meio ambiente
Monitoramento identificou espécie no alto de uma árvore da região pantaneira
O IHP (Instituto Homem Pantaneiro) divulgou um registro único na Serra do Amolar, Pantanal de Corumbá. Entre um monitoramento e outro na região, uma "ligeirinha" foi encontrada pelos pesquisadores bem longe do chão, uma caninana, com nome científico de Spilotes pullatus.
Conforme o instituto, a espécie de serpente tem tons que mesclam o preto e o amarelo. Quando ela sente-se ameaçada, ergue a cabeça e achata a região do pescoço, além de expor e movimentar a língua seguidamente. Ela pode, inclusive, dar bote para morder o agressor. Apesar dessa postura, ela é considerada inofensiva, pois não possui veneno.
A caninana é uma serpente muito ágil e pode ser encontrada não só no Pantanal, mas em outros biomas, com exceção dos Pampas, conforme o @butantanoficial. Sua alimentação é de aves, pequenos mamíferos e, eventualmente, répteis e anfíbios.
A identificação dela na região da Serra do Amolar foi feita antes do incêndio de janeiro/fevereiro deste ano, durante monitoramento no programa Rede Amolar, conduzido por médicos-veterinários e biólogos do IHP nesse corredor de biodiversidade.
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