Tragédia
Idosa encontrada morta está sendo velada na Pax Universal. Corpo segue para sepultamento no início da tarde de hoje
Clarinda Tamashiro, encontrada morta na tarde desta quarta-feira (28) no Depósito Tamashiro, estabelecimento que administrava desde a morte do marido, em 2015, era uma pessoa de riso fácil, alegre e bastante prestativa. Assim definem as pessoas que a conheciam bem e conviviam com a advogada de 72 anos.
De acordo com Joaquim Pereira dos Santos, de 74 anos, que possui uma banca de remédios em frente ao depósito, Clarinda era uma boa pessoa – o que causa mais indignação diante da brutalidade do crime cometido contra a idosa. “Era boa demais. Convivi com o marido dela e com ela durante oito anos, até o final da vida dos dois”, disse Joaquim.
Para ele, a rotina já conhecida de Clarinda levantou suspeitas de que algo estaria errado, já que o estabelecimento estava fechado e o carro da idosa dentro da garagem. “Quando cheguei cedo, logo de cara já achei estranho. Toda vez que ela saía da casa, ela me avisava. Eu vi o carro dela na garagem e tudo fechado. Quando saía, falava que ia ao dentista ou a Campo Grande, mas hoje não avisou nada. Fiquei desconfiado”, disse Joaquim ontem, após a constatação do crime.
Segundo ele, Clarinda tinha era simpática com quem convivia. “Brincava com todos, fosse criança ou adulto”.
Velório e sepultamento – O corpo de Clarinda Tamashiro foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) ontem, às 23h30 e seguiu para ser velado na Pax Universal. O sepultamento está previsto para hoje, às 13 horas, no Cemitério Municipal de Aquidauana.
*Com informações de Luiz Guido Jr.
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