Política
Reunião técnica da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembléia Legislativa definiu como será feita a audiência pública para debater o fim do horário de verão em Mato Grosso do Sul. Segundo o deputado Paulo Corrêa (PR), presidente da comissão, o objetivo é apresentar dados técnicos e científicos para demonstrar o impacto negativo da mudança de horário no Estado.
Participaram das discussões, ocorridas no Plenarinho, os médicos Adalberto Siufi, Luiz Ovando e José Carlos Rosa Pires. Eles concordaram em destacar que a exposição ao sol por uma hora a mais pode elevar a incidência de câncer de pele, problemas de apnéia do sono e de acidentes de trânsito.
O grupo decidiu mobilizar a comunidade e estudantes universitários para participar do debate, marcado para a próxima segunda-feira (14), a partir das 14h30, no Plenário Júlio Maia, na Assembléia Legislativa.
A assessoria de comunicação da Assembléia informa que serão confeccionadas camisetas e faixas alusivas ao tema. Pires apresentou relato feito com representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Corumbá, que apontou índice altíssimo de sonolência e de acidentes após a mudança de horário na cidade.
Corrêa teria recebido inúmeros pedidos da classe médica, principalmente de oncologistas para que apresente projeto de lei extinguindo o horário de verão no Estado. O parlamentar já disse, inclusive, que a economia de 1,5% representa muito pouco por consumidor. "É uma economia insignificante", completou.
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