Política
Reportagem de Maria Clara Cabral e Ranier Bragon, publicada na edição desta terça-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), informa que a Mesa da Câmara dos Deputados apresentou projeto que institui o auxílio-funeral.
O projeto --assinado pelo presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP)-- coloca sob responsabilidade da Câmara a realização de toda a cerimônia fúnebre, incluindo a compra do caixão, ou destina cota de R$ 16.500 para ressarcimento à família dos gastos efetuados.
O texto abre ainda a possibilidade de a Câmara bancar as despesas funerárias até mesmo de ex-deputados.
O auxílio-funeral aumentaria o número de benefícios recebidos hoje pelos parlamentares. Além de 15 salários anuais de R$ 16.500, os deputados recebem mensalmente auxílio-moradia (R$ 3.000), cota postal e telefônica (R$ 4.200), verba para contratação de assessores (R$ 60 mil), verba para manutenção de escritórios nos Estados (R$ 15 mil) e cota para aquisição de passagens aéreas (varia de R$ 4.400 a R$ 17,6 mil).
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