X
Política

Definidos presidente, vice e relator da CPI das Irregularidades Fiscais e Tributárias

Ficou mantida a composição da Comissão Especial inicialmente criada, que foi transformada em CPI, com a participação dos titulares: Paulo Corrêa (PR) e Flavio Kayatt (PSDB), indicados pelo Bloco Partidário 1; Eduardo Rocha e Dr. Paulo Siufi, ambos do PMDB

Compartilhe:

A-

A+

Foram definidos, durante reunião na Presidência da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (20/6), os parlamentares que conduzirão os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Irregularidades Fiscais e Tributárias de MS. Ficou mantida a composição da Comissão Especial inicialmente criada, que foi transformada em CPI, com a participação dos titulares: Paulo Corrêa (PR) e Flavio Kayatt (PSDB), indicados pelo Bloco Partidário 1; Eduardo Rocha e Dr. Paulo Siufi, ambos do PMDB, pelo Bloco Partidário 2; e Pedro Kemp, pelo PT.

Corrêa, Rocha e Kayatt permanecem como presidente, vice-presidente e relator, respectivamente. A primeira reunião do grupo de trabalho foi agendada para esta quarta-feira (21/6), às 15h30, no plenarinho Deputado Nelito Câmara. "Vamos definir os requerimentos que encaminharemos ao Governo, agora com força de CPI, para requisitar documentos relacionados aos cinco Tares [Termos de Acordo de Regime Especial] sob suspeita, para que possamos checar as denúncias e se as contrapartidas, como geração de empregos por parte das empresas, também foram cumpridas", explicou Corrêa.

Segundo ele, embora a CPI tenha prazo regimental de 120 dias para as investigações, podendo ser prorrogada por mais 60, a expectativa é que os documentos sejam avaliados em até 30 dias. "Vamos requisitar um técnico do Tribunal de Contas do Estado para que possa nos auxiliar nos trabalhos", informou o presidente. Pedro Kemp e Dr. Paulo Siufi pediram celeridade nos trabalhos. Eduardo Rocha reiterou que "é preciso dar uma resposta urgente à sociedade".

Investigação

A CPI deve apurar denúncia de Joesley Mendonça Batista, Wesley Mendonça Batista e Ricardo Saud, da JBS, de pagamento de notas fiscais "frias" emitidas por pessoas físicas ou jurídicas no valor de R$ 45.631.696,03, sem o devido fornecimento de bens ou serviços, em contraprestação à suposta concessão indevida de benefícios fiscais pelo Estado de Mato Grosso do Sul. Segundo o relato dos empresários, que consta no anexo 21 do pré-acordo de delação premiada firmado pelos empresários com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, as operações teriam sido realizadas entre os anos de 2010 e 2017.  

A comissão detém "poderes de investigação das autoridades judiciais", como determinar diligências, perícias, requisitar e inquirir testemunhas. Como suplentes, foram indicados: Mara Caseiro (PSDB) e Coronel David (PSC), pelo Bloco 1; e Renato Câmara e Marcio Fernandes, ambos do PMDB, pelo Bloco 2. Cabo Almi será suplente pelo PT.

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

Pesquisa de aquidauanense leva TJMS a criar núcleo contra assédio

Iniciativa pioneira

Pesquisa de aquidauanense leva TJMS a criar núcleo contra assédio

Estudo de Fernanda Baldo analisou tribunais de todo o país; trabalho ainda resultou na publicação do livro Cortes Silenciadas

Justiça mantém presa mulher que agrediu cachorrinha em Aquidauana

Audiência de custódia

Justiça mantém presa mulher que agrediu cachorrinha em Aquidauana

Decisão foi tomada nesta quinta-feira, durante audiência de custódia em Aquidauana; Ministério Público havia pedido a conversão da prisão em preventiva

Voltar ao topo

Logo O Pantaneiro Rodapé

Rua XV de Agosto, 339 - Bairro Alto - Aquidauana/MS

©2026 O Pantaneiro. Todos os Direitos Reservados.

Layout

Software

2
Entre em nosso grupo