Aquidauana
Os preços não foram reduzidos, mas são os mesmos colocados pelo antigo proprietário Jorge Tamashiro
Familiares da advogada Clarinda Tamashiro, 72 anos, morta e roubada de forma cruel na quarta-feira passada, em Aquidauana, realizam queima de estoque do Depósito Tamashiro. Nesta terça-feira, a equipe do O Pantaneiro esteve no local acompanhando a movimentaçao de clientes. Foram oferecidos panelas, filtros, presentes e diversos utensílios domésticos.
Os preços não foram reduzidos, mas são os mesmos colocados pelo antigo proprietário Jorge Tamashiro, que morreu em 2015, aos 77 anos. Desde então não houveram reajustes, porque Clarinda acreditava que as ideias do marido sobre o negócio deveriam permanecer vivas. A tendência é que depois da venda de tudo, o depósito seja fechado definitivamente.
O Crime
A polícia suspeita que a vítima tenha sido alvo de latrocínio, que é roubo seguido de morte e, por enquanto, não é descartada hipótese de violência sexual. O adolescente foi flagrado por comerciantes da região à tarde, espiando sobre o muro de dentro do quintal para fora, chamando atenção.
Ele foi detido e então populares foram ao Depósito Tamashiro, localizado no Bairro Alto, onde se depararam com a vítima morta e acionaram a polícia. O garoto estava com os bolsos cheios de dinheiro e já havia assaltado a advogada em outras três ocasiões. Em dezembro do ano passado, roubou celular e R$ 5 mil dela, mas respondia pelos atos em liberdade.
Existe a possibilidade de que, quando o menor chegou ao local, a mulher já estivesse morta, mas somente a perícia poderá confirmar após série de laudos. A advogada ficou viúva em 2015 e desde então cuidava do armazém que era do marido. A Polícia Civil investiga o caso.
MEMÓRIA
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AFOGAMENTO
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