Política
A duas semanas do fim da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Cartões, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) desistiu de propor no relatório final a aprovação de um projeto para tornar obrigatório o uso do cartão de crédito corporativo para o uso da verba indenizatória de R$ 15 mil mensais garantida para cada um dos 513 deputados e 81 senadores.
"Se eu puser isso no meu relatório, ele não é aprovado", justificou o petista, que pretende ler o relatório final da CPI na próxima quinta-feira.
Além de recuar no uso do cartão, Luiz Sérgio também voltou atrás e não vai mais propor a proibição de saques com cartão corporativo em Brasília. "Pretendia proibir os saques em Brasília, mas, quando fui aos ministérios, me explicaram que existem pequenas despesas que precisam ser pagas em dinheiro, como colocar correspondência no correio", alegou o deputado.
Escalado pelo Palácio do Planalto para fazer um relatório "chapa-branca", o petista deverá abordar superficialmente o episódio da confecção do dossiê com gastos feitos durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele pretende reforçar a tese de que os gastos não são sigilosos e, por isso, não houve crime no vazamento das informações.
METEOROLOGIA
Há possibilidade de pancadas de chuva à tarde e à noite; rajadas de vento podem chegar a 37 quilômetros por hora
AGROCASTMS
Especialistas da AgroAlliance explicam como as mudanças na legislação podem impactar produtores rurais e empresas do setor
Voltar ao topo