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Política

Partidos veem diminuição na cobrança de dízimo de filiados

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A cobrança do dízimo, percentual sobre o salário pago por parlamentares e filiados, rendeu em 2008 aos partidos R$ 9,1 milhões. As legendas arrecadaram R$ 500 mil a menos que em 2007, ano em que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) condenou o pagamento de ocupantes de cargos de confiança e chefias do serviço público.


O PT foi a sigla que mais perdeu recursos com a decisão da Justiça Eleitoral. Pela primeira vez desde 2003, contabilizou redução na receita com a contribuição. Arrecadou R$ 835 mil a menos, valor que minimizaria o déficit de R$ 934 mil registrado no ano passado.
O PSB também viu os recursos caírem 64%. A sigla diz que houve uma mudança estatutária que tornou facultativo o dízimo dos filiados.


Partidos com menos tradição em recolher o dízimo, contudo, contabilizaram aumento desse tipo de receita. O PMDB informou que o salto da contribuição de R$ 968,8 mil para R$ 1,1 milhão se refere ao aumento do subsídio dos parlamentares. DEM e PSDB também registraram aumento do dízimo.

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