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Candidato Junior Mochi assina pacto de combate a corrupção

s compromissos foram assinados na sede da OAB-MS, onde o candidato apresentou a proposta do plano de governo aos conselheiros da Ordem

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Junior Mochi (MDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, assinou nesta sexta-feira (28), o Termo de Compromisso contra a Corrupção e de apoio ao combate à violência contra as mulheres. Os compromissos foram assinados na sede da OAB-MS, onde o candidato apresentou a proposta do plano de governo aos conselheiros da Ordem.

Ao tratar o assunto sobre o combate a corrupção, Junior Mochi afirmou que todo governante que quer fazer um governo sério. “Tem que fazer um governo transparente. Tem que assinar um pacto para evitar ações de corrupção, dar transparência desde as suas contas de campanha que é isso que o pacto diz, de fazer a prestação dentro daquilo que é estabelecido em lei, de dar transparência nos valores gastos”.

O candidato ainda afirmou que a campanha eleitoral segue limites estabelecidos em Lei. “Nós vamos cumprir a nossa dentro destes limites. Nós temos de evitar a corrupção e a abraçar a redes de fiscalização antes de realizar os atos públicos, como foi o concurso da Assembleia que teve 18 mil inscritos e não tivemos problemas porque chamei representantes do Ministério Público e da OAB/MS”.

Durante o evento, Junior Mochi ainda se comprometeu a seguir as dez propostas para o combate e o enfrentamento a violência contra a mulher. A proposta foi apresentada pela conselheira da OAB, Nancy Gomes de Carvalho, integrante da bancada feminina.

Na proposta, Nancy elencou as propostas: implementação imediata do plantão 24 horas nas delegacias especializadas de atendimento à mulher de Dourados; ampliar o número de delegacias de plantão no Estado; capacitação permanente e contínua dos agentes públicos em política de gênero para a correta aplicação da lei Maria da Penha; elevar Secretaria de Estado; garantir a facilidade de acesso a mulher indígena; capacitar profissionais de saúde para lidar com a questão do estupro; ampliar, qualificar e dotar de recursos humanos os Instituto Médico Legal; resguardar a isonomia salarial na mesma função; conceder o auxílio-maternidade no caso de parto prematuro a partir da data que a criança receberá alta hospitalar e finalmente garantir o mínimo de 30% das vagas do Secretariado para preenchimento da participação feminina.

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